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Sessão da Assembleia Municipal de Alcobaça dominada pelas comunicações Deputados contra o TGV “A ASSEMBLEIA Municipal manifesta desde já a sua total discordância e a oposição à passagem do TGV no concelho de Alcobaça”. Este é um dos seis pontos constantes da moção aprovada por maioria (os 34 votos a favor do PPD/PSD, PS e CDU …

Sessão da Assembleia Municipal de Alcobaça dominada pelas comunicações

Deputados contra o TGV

“A ASSEMBLEIA Municipal manifesta desde já a sua total discordância e a oposição à passagem do TGV no concelho de Alcobaça”. Este é um dos seis pontos constantes da moção aprovada por maioria (os 34 votos a favor do PPD/PSD, PS e CDU e 1 abstenção do (PS), pelos deputados municipais no decorrer da sessão daquele órgão autárquico realizada na passada sextafeira. Apresentada pelo deputado social democrata Paulo Inácio, na moção a ser enviada ao ministro das Obras Públicas e ao presidente da empresa pública RAVE, exige-se “a realização do estudo, inicialmente previsto, de um traçado a este da Serra dos Candeeiros” e encoraja-se “o executivo a ser determinante e inflexível na defesa dos interesses das populações do concelho”.Os deputados associam-se ainda “à exigência” do presidente da Câmara da “realização” de uma reunião alargada a todo o executivo e Juntas de Freguesia afectadas e representantes desta Assembleia com os responsáveis políticos e técnicos do projecto designado por TGV”. Os autarcas justificam o “acender do semáforo vermelho” à passagem do TVG argumentando na moção que “os impactos sociais, económicos e ambientais serão incalculáveis e condicionarão negativamente o futuro das nossas populações”. Esta posição surge dias depois de técnicos da empresa “Mota-Engil” estarem a proceder a sondagens em terrenos das freguesias de Prazeres de Aljubarrota (Ataíja) e Turquel (Moita do Poço), operações integradas nos estudos que a RAVE está a promover para a criação do comboio de alta velocidade. Gonçalves Sapinho acolheu com agrado a aprovação da moção, adiantando que no passado dia 11 de Fevereiro escreveu ao presidente da RAVE a dizer que “os autarcas têm de ser ouvidos, evitando-se que as populações sejam surpreendidas com uma solução, que tenho o pressentimento, não iria ajudar Alcobaça”.


Construtor civil deixa dezenas de trabalhadores e compradores “à vela” em São Martinho

Onde está o Peralta?

TODAS AS tentativas de contacto telefónico do REGIÃO para o construtor civil Alberto Peralta Simão, resultaram, invariavelmente, nas mensagens gravadas de “número indisponível” ou “número temporariamente fora de serviço”. O mesmo sucede com cerca de três dezenas de trabalhadores, que sem notícias de Peralta, com novos patrões ou ainda no desemprego, não desistem de receber vários meses de ordenados em atraso. Mas as monocórdicas gravações preocupam bem mais cerca de duas dezenas de promitentes compradores de vivendas e lotes na segunda fase da construção da “Urbanização do Simão”, em São Martinho do Porto. Vivem na dramática incerteza de que se alguma vez chegarão a celebrar as escrituras e na angústia de não saberem, até ao momento, por quanto estão hipotecados ao Banco Nacional de Crédito os lotes e os terrenos onde as casas estão edificadas, para cuja compra entregaram, em alguns casos, sinais mais ou menos avultados, depois de muitos cálculos e esforços financeiros. Para tentar ultrapassar este imbróglio os compradores apostam agora em complexas negociações com várias instituições públicas e  privadas e em última instância e equacionam o recurso à Justiça. Mas a luz ao fundo do túnel vai demorar a surgir e isso muitos dos compradores já têm como um dado adquirido. Certezas absolutas ninguém as tem, mas ainda assim, em São Martinho do Porto são muitas as vozes que dão como certa a ida de Alberto Peralta Simão para Angola, perante alegadas dificuldades  financeiras com que estaria a debater-se na sua actividade empresarial, sentenciando que “deu um passo maior que a perna”. Mas também são alguns, aqueles que não acolhem esta justificação para a alegada “fuga” do construtor civil – a quem não se conheciam gastos em sumptuosidades ou sinais exteriores de riqueza -, mas não conseguindo encontrar outras razões para o inesperado desaparecimento do empresário, que desde 1996 vinha a criar a “Urbanização do Simão”.


Alegado assassínio seguido de suicídio acaba com família

Tragédia enluta freguesia de Turquel

CERCA DAS 21h 55m do passado domingo uma viatura Peugeot 106 despenhou-se da falésia do Sítio para a Prainha da Nazaré, situação presenciada por um casal, que de imediato participou a ocorrência à PSP da Nazaré, que por sua vez alertou a Polícia Marítima. Chamados ao local, cerca de duas horas depois uma dezena de Bombeiros Voluntários da Nazaré com recurso a um bote, cordas e equipamentos de escalada, resgataram dois corpos já sem vida, de um homem e de uma criança, que mais tarde se apurou serem pai e filho, terem, respectivamente, 32 e 3 anos de idade e residirem em Casal da Lagoa, freguesia de Turquel. Os corpos de Pedro Morgado e do filho Tiago foram levados para o Porto de Abrigo da Nazaré e mais tarde, por ordem do Ministério Público junto Tribunal Judicial da Nazaré, trasladados para o Instituto de Medicina Legal de Leiria, para serem  autopsiados.

Author: Jornal

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